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“Baywatch” aposta em biquínis e baixaria

JBPress junho 18, 2017 0

ESTREIA–Adaptação da série “Baywatch” aposta em biquínis e baixaria

Atriz Kelly Rohrbach em lançamento do filme "Baywatch" em Miami 13/5/2017
REUTERS/Andrew Innerarity
“Baywatch” foi um seriado de televisão de sucesso nos anos de 1990. 

O programa era mera desculpa para combinar paisagens costeiras com belas moças correndo na praia, em câmera lenta, com maiôs de natação – a mais famosa sempre será Pamela Anderson, que esteve em cena entre 1992 e 1997, cuja corrida ressaltando seios balançantes é a imagem mais icônica da série.

Basicamente era apenas isso, o fiapo de história era mera distração entre um exibicionismo físico e outro. Não precisava de trama.

Por isso adaptar “Baywatch” para o cinema nunca soou como uma boa ideia. Não há gente bonita correndo e nadando que segure 100 minutos de filme. “Baywatch S.O.S. Malibu”, dirigido por Seth Gordon (“Uma ladra sem limites”), traz, antes mesmo da marcar de 10 minutos de projeção, a primeira moça de maiô colocado ao corpo saindo da água. Se esse é o momento que todos esperavam, o filme já acabou. Depois disso, é ladeira abaixo.

Dwayne Johnson substitui David Hasselhoff (que faz uma participação aqui) no papel do salva-vidas Mitch Buchannon, enquanto Zac Efron é Matt Brody, ex-campeão de natação que só quer saber de farra e bebedeira, o que rende cenas de vômito em uma piscina durante uma competição.

As baixarias continuam quando o pênis de um personagem, interpretado pelo ator Jon Bass, fica preso numa cadeira de praia dobrável. Ao contrário do longa, o seriado nunca apelou para uma comédia rasteira.

No final dos anos de 1980 e boa parte da década seguinte, quando “Baywatch” estava no ar, as personagens femininas não demandavam muito mais do que meia dúzia de falas e corpos esculturais. Hoje, as coisas mudaram, mas, por mais que o trio de salva-vidas femininas se esforce – interpretadas por Alexandra Daddario, Ilfenesh Hadera e Kelly Rohrbach, no papel de CJ Parker, a personagem que foi de Pamela Anderson, elas não têm muito a fazer a não ser se prestarem a objeto do desejo numa corrida em câmera lenta que ressalta seus atributos físicos.

A trama – depois de muita apresentação de personagens – aqui envolve tráfico, e tudo começa quando Mitch encontra um pacote de drogas na praia.

Talvez a responsável seja Victoria Leeds (Priyanka Chopra), nova dona de uma balada local. Nesse momento, todos os envolvido na frente e atrás das câmeras confundem “Baywatch” com “Miami Vice”, e o filme se torna supostamente sério, mas é difícil levar a sério um filme em que o personagem de Efron é forçado a manipular os genitais de um cadáver, enquanto seu colega o filma com o celular.

“Baywatch” original ficou no ar por onze temporadas e fez sucesso no mundo todo – boa parte disso, graças à beleza de Pamela Anderson (que também faz uma participação aqui). Dado o fracasso nas bilheterias nos EUA, uma suposta continuação do filme deverá morrer antes mesmo de chegar à praia.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
© Thomson Reuters 
Tags: Cultura Curiosidade
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João de Bourbon é Jornalista, Publicitário e Consultor Político. 
Coordenou e participou de diversas campanhas eleitorais, presta consultoria em Marketing Político e é membro da IAPC – International Association of Political Consultants, associação que congrega os melhores profissionais de Marketing Político do mundo.

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